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A presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos (equivalente ao presidente do Congresso Nacional, no Brasil), Nancy Pelosi, foi a Hiroshima hoje e depositou flores no memorial às vítimas exterminadas num piscar de olhos pela bomba atômica. Ela é a mais alta representante americana a visitar o local até hoje.
Não é possível que exista maior demonstração de hipocrisia que esta. Depositar flores em memoriais representa uma homenagem a vítimas ou reconhecimento por atos heróicos. É assim que os americanos recebem as altas autoridades de outras nações quando lhes visitam, e vão ao “Túmulo do Soldado Desconhecido” com a maior pompa, render homenagem aos assassinos de tantas vidas em todos os recantos deste planeta desde sempre e até os dias de hoje.
As centenas de milhares de vítimas para as quais o memorial de Hiroshima foi erguido viraram cinza até os ossos em apenas três segundos, sob o calor da fusão nuclear da primeira bomba atômica atirada sobre humanos. Hiroshima era uma cidade agrícola, sem nenhum interesse estratégico-militar. Foi escolhida por uma questão simplesmente geográfica e, ainda hoje, mais de 60 anos depois, ainda nascem bebês com má formação genética no Japão por conta desse presente americano.
Exultantes com o sucesso da “nova maravilha tecnológica” atiraram outra apenas seis dias depois sobre os civis de Nagasaki, e desta vez tiveram o cuidado de documentar o estrago que fizeram.
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O mundo assistiu a uma mini-guerra no Cáucaso este mês. Incomodados com todos os flashes e holofotes direcionados para a China, Bush e Putin, no mesmo dia da abertura dos Jogos Olímpicos de 2008, trocaram escaramuças. A retórica, embora apaixonada, foi muito irrelevante. A geopolítica é uma série gigantesca de jogos de xadrez a dois, nos quais os jogadores buscam vantagens de posição. Nestes jogos, é crucial saber as regras que permitem os movimentos. Cavalos não podem mover-se em diagonal.
De
É perfeitamente claro, como todo o mundo observou na época, que as regras de Yalta foram revogadas em 1989, e que o jogo entre os Estados Unidos e a Rússia (a partir de 1991) mudou radicalmente. O maior problema desde então é que os Estados Unidos não compreenderam bem as novas regras. Eles proclamaram a si próprios — e foram proclamados por outros — a superpotência solitária. Em termos de regras de xadrez isto foi interpretado como se os EUA estivessem livres para mover-se pelo tabuleiro da forma que bem entendessem. E, em particular, para trazer os antigos peões soviéticos para sua esfera de influência. Sob o governo Clinton, e de forma mais espetacular sob o de George Bush, os Estados Unidos foram levando o jogo dessa forma.
Havia um único problema: os Estados Unidos não eram a superpotência solitária; e sequer, uma super-potência. O fim da Guerra Fria fez com que deixassem de ser uma das duas superpotências, para se tornarem um Estado forte, em uma redistribuição verdadeiramente multilateral de poder real, no sistema inter-estatal. Muitos países grandes são agora capazes de jogar os seus próprios jogos de xadrez sem ter de pedir licença às duas super-potências de outrora. E eles começaram a fazer isso.
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Parafraseando texto do "Le Monde Diplomatique"
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Cada um mostra ou esconde o que lhe convém.
Depois de o presidente dos EUA, George W. Bush, receber na terça-feira um grupo de dissidentes chineses, e de o Congresso americano aprovar resolução cobrando respeito aos direitos humanos no país-sede da Olimpíada, o comitê organizador reagiu de imediato.
O encontro de Bush com os dissidentes foi particularmente um incômodo para a China devido à presença entre os convidados na Casa Branca de Rebiya Kadee, que esteve na prisão por seis anos antes de ser expulsa da China em 2005, de fato a mais conhecida representante da etnia muçulmana uigur da qual provêem os grupos terroristas que pretendem "sabotar" as Olimpíadas.
É assim que os Estados Unidos tratam os terroristas que incomodam os países que não lhe são simpáticos ou que lhes ameaçam pelo poderio econômico e militar.
Que autoridade moral tem o governo americano e o povo que representa para condenar a maneira como a China convive com os direitos humanos? Quantos países a China invadiu nos últimos 50 anos? De quantas guerras participou? Quantas bombas nucleares atirou em civis? E se fizermos estas mesmas perguntas trocando a China pelos Estados Unidos, quais serão as respostas?
Como é que o governo americano não se envergonha de receber terroristas expulsos do território chinês como se fossem representantes da liberdade e dos direitos humanos, enquanto em Guatánamo e
Sun Weide, porta-voz do Comitê Olímpico Chinês, acusou os EUA de tentarem politizar o evento. "Somos contra qualquer tentativa de politizar os Jogos. Essas iniciativas expõem intenção maligna de sabotar a Olimpíada. É uma blasfêmia contra o espírito olímpico e vai contra a vontade de pessoas do mundo todo.



McCain é um ególatra. Ele joga de forma a conquistar os jornalistas da grande imprensa. Conhece seus nomes, trata todos sempre muito bem, convida todos para churrascos, é seu camarada. Essa maneira como ele puxa o saco da grande imprensa chega a ser nojenta. Ele estoura muito fácil, é impaciente e não é um homem que tenha grandes conhecimentos. Não entende de economia, por exemplo e tem visão estrábica sobre questões diplomáticas, isso tudo somado ao fato de o Partido Republicano estar
McCain, afirmou que "nunca se renderá" no Iraque e que as tropas norte-americanas no país "voltarão para casa com vitória e honra, e que começarão a deixar aquele país a partir de 2013".
“O mundo deveria lançar uma campanha de isolamento do Irã a fim de coibir as ambições nucleares desse país e reduzir a ameaça potencial representada por ele diante de Israel.” Afirmou na última segunda-feira John McCain. "Deveríamos privatizar as sanções contra o Irã lançando uma campanha mundial de isolamento", afirmou em um encontro do Comitê Israelo-Americano de Assuntos Públicos, comparando tais manobras aos esforços realizados para colocar fim ao apartheid (regime de segregação racial) na África do Sul.
"À medida que um número cada vez maior de pessoas, empresas, fundos de pensão e instituições financeiras do mundo todo passar a evitar as empresas que fazem negócios com o Irã, a elite radical que comanda esse país se tornará mais impopular do que já é hoje em dia", disse.
Disse ainda: "Se o Conselho de Segurança demorar para cumprir essa sua responsabilidade, os EUA precisarão liderar um grupo de países com uma postura semelhante em esforços para impor sanções multilaterais fora do âmbito da ONU."
O republicano afirmou que manterá o embargo norte-americano sobre a ilha de Cuba. Ao referir-se ao embargo, ele assinalou que, se for eleito, seu governo "proporcionará mais assistência moral e material aos ativistas que valentemente desafiam o regime cubano a cada dia. Meu Departamento de Justiça perseguirá vigorosamente os funcionários cubanos. Que ninguém se engane: O embargo deve continuar até que os elementos de base de uma sociedade democrática sejam estabelecidos", afirmou.
Alguém duvida que o seu pensamento é diferente da maioria dos americanos?

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Onde está o pé dessa criança?
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Setenta mil civis iraquianos assassinados em nome de mais uma horripilante mentira americana. Onde estão as armas de destruição em massa? A quem o Iraque era uma ameaça? Quem convidou os americanos a invadirem esse país? Ninguém... Enganaram o conselho de segurança da ONU com montagens de fotos de satélites e nem assim conseguiram seu apoio. Invadiram assim mesmo, apesar das manifestações contrárias em todo o mundo. Quando pagarão por mais esse crime contra a humanidade, contra as tradições de um povo, seus costumes, suas riquezas?...
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